Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Sempre fui poupador - algumas anedotas de minha infância

Vou aproveitar o horário de almoço, onde os portugas em geral desaparecem neste sábado pra escrever um pouco das minhas anedotas de poupador aqui da loja.

Lembro de ter sido poupador desde bem jovem. Desde talvez os 5 anos de idade, quando ouvi do meu pai: "quem guarda sempre tem". Lembro de repetir esse mantra durante os primeiros anos de vida, inclusive em relação à alguma comida boa. Eu não queria comer tudo de uma vez só, já pensava em guardar um pouco para saborear mais tarde. Até fazia pesquisa de preços entre mercados quando tinha 50 centavos pra matar a fome. O cachorro quente "podrão" na rua era 1 real e eu achava caro, pois podia comprar 5 pães e 5 salsichas pra fazer uma versão barata em casa. Acabei me desenvolvendo bem na cozinha por ter esta filosofia e como meus pais estudavam à noite, aprendi a me virar.
 
Se você leu e pensou que é coisa de pão duro, minha opinião é a de que todo pobre tem que fazer isso. Comer na rua só em ocasiões especiais e se for preciso levar marmita.
 
Lembro de com uns 5 anos eu ter uns 4 ou 5 reais que havia juntado e minha mãe precisava de troco para dar a um taxista, e tive uma grande sensação de perda ao entregar dinheiro. Aos 8 anos havia juntado 60 e poucos reais, na época daria pra pagar uns 10 bujões de gás de cozinha. Dois anos mais tarde cheguei aos R$ 120, e finalmente comprei meu Super Nintendo. Como é diferente hoje em dia ver as pessoas gastando 200 reais por jogo e o estranho é que todo mundo tem dezenas de jogos. Na minha época comprar uma fita de 20 reais no camelo era só no aniversário. Cada um tinha umas 5 fitas que se emprestavam e "viravam" várias e várias vezes.
 
 
Terminar Super Metroid significava
habilidades raras e um QI alto.
 
 
Sempre gostei de aproveitar tudo ao máximo e via coisas banais como simples coleções de Tazos e bolitas como patrimônio. Eu podia aproveitar as bordas dos cadernos para fazer mais anotações e desenhar. Nunca entendi o motivo de ser repreendido pelas professoras por riscar na minha propriedade privada! Somente anos depois que compreendi que meus professores de escola eram, de fato, comunistas.
 
 
Era muito gratificante "rapar" a coleção de Tazos
dos otários em batalhas emocionantes em um tempo
onde o perdedor não ganhava medalha.
 
 
Durante grande parte da minha vida fui chamado de "pão duro". Engraçado como nunca me achei forreta, eu era pobre mesmo e queria ter coisas ao invés de torrar de modo displicente. Preferia comprar revistas em quadrinhos da Marvel pois o prazer que me davam era mais duradouro, e ainda mantinham certo valor caso eu quisesse vender num sebo. Tenho meu baú que construí eu mesmo com madeiras velhas até hoje na casa de minha mãe, com cerca de 300 revistas sendo algumas mais raras (no Brasil não valem nada de qualquer modo). Construi este baú com fechadura para cadeado, já farto de achar minha preciosa coleção espalhada pela casa ou com algumas edições desaparecendo por causa de meu irmão.
 
Eu sempre tive zelo pelo que é meu e desde cedo quis ter um cofre. Pensava que se tivesse um, episódios como quando eu tive minhas poupanças confiscadas pelos meus pais - sempre com as finanças aflitas - por mais de um ano não se repetiriam. Desde lá vi que parentes e amigos geralmente não sentem muita necessidade de devolver dinheiro e de pagar juros.
 
Via meus colegas de escola pública tomando ônibus e comprando lanche na escola e pensava, se poupassem o dinheiro e andassem a pé, podiam poupar uns 30 reais por mês e comprar o Super Nintendo, que demorei 2 anos pra comprar, em apenas 4 meses.
 
Poupar pra mim se tornou a chave do reino.
 
Poupando eu ia poder ter tudo o que sonhasse e comprar tudo à vista pois desde criança achava humilhante meus pais devendo e comprando coisas fiado, na caderneta do mercadinho que podia facilmente ser adulterada. Uma vez achei esta lição na Bíblia. Algo como: "Quem empresta é senhor e quem toma emprestado é escravo". Virou outro mantra que repetia diariamente.
 
Aquela história de que a mão de obra dos imigrantes italianos substituiu a dos escravos no Brasil, e que apesar das promessas, os imigrantes eram forçados a consumir todo o seu salário na venda dentro das terras do patrão me deixou perplexo.
 
Para mim, meus pais eram escravos.
 
As dores nas costas que minha mãe sentia eram reflexo de trabalho pesado e falta de poupança, que nos obrigava a consumir todo o salário em itens de subsistência.
 
Outra coisa que desenvolvi cedo foi curiosidade por vendas e por métodos de convencer aos outros que eu estava certo e o mundo inteiro errado. Isso nem sempre é certo, mas cheguei mais longe assim, e ainda penso que as pessoas que admiro carregam essa característica. Tenho certo orgulho por ter tido minha determinação elogiada algumas vezes. Esta é a imagem que as pessoas tem de mim hoje e isto me agrada.
 
 
We would not want to die in the company of a man who fears to die with us.
 
 
Por exemplo, quase tudo o que vendi, vendi por um preço que considerava justo, mesmo que demorando bastante, e assim conheci de maneira empírica o conceito de custo de oportunidade. Eu pedia um preço alto pois não precisava vender nada, calculando uma taxa de desvalorização do meu bem, e se aparecesse um interessado, que pagasse.
 
Inspirado no meu avô que havia começado a trabalhar com 9 anos e se orgulhava de uma vida de aventuras atrás da riqueza, eu busquei vagas de empacotador de mercado ou vendedor de picolés, mas meus pais proibiram pois achavam melhor eu estudar (no caso perder tempo na escola como todo o resto da massa falida).
 
Aos 11 anos quebrei um vidro (a troca custaria 30 reais - eu sabia o preço pois estava por dentro dos valores da montagem de aquários) e meu pai perguntou como eu ia fazer para pagar. Quando respondi com determinação que ia buscar um emprego, ainda fui repreendido. Acho que essa falta de responsabilidade estraga o brasileiro e se reflete na política do país. Minha filosofia é: quebrou? Paga. Alguns povos antigos levavam isso à sério e as dívidas podiam ser pagas com alguns anos de escravidão.

Lembro da satisfação enorme que tive em vender os filhotes dos meus hamsters chineses à um pet shop. Vendi uma ninhada com 6 por 30 reais. Em 6 meses, eu havia recuperado o valor dos dois adultos (15 reais cada) e até pensei em escalar pra uma criação de chinchilas, mas na época elas custavam 300 reais cada e isso pra mim era um valor alto demais. Gatos e cachorros só davam despesas... Por que não ter bichos de estimação produtivos? Até hoje penso em ter um galinheiro e horta no pátio. Infelizmente a lei permite que você torne seu pátio um verdadeiro lixão fedorento e faça festas barulhentas, mas não permite criar galinhas em área urbana.
 
Também preferia comprar bonequinhos nos 1,99 (hoje chamam de action figures e custam U$ 150,00) e mais tarde, peças de skate. Outros garotos gastavam em apetrechos para futebol, CDs de música e roupas. Eu não via sentido em comprar minhas próprias roupas e achava que era obrigação dos pais, por isso até o fim da minha adolescência andei mal vestido.
 
Falando em CDs, uma das minhas tentativas empresariais foi, por possuir uma gravadora de CDs em casa, fazer download de músicas em 32kbps de madrugada e nos finais de semana e vender as seleções por R$15,00 para o pessoal na escola. O que me tirou do jogo foi a popularização que baixou o produto pra R$ 10,00 e as reclamações por algumas trilhas ficarem com falhas pelos picos de luz.
 
Ser chamado de pão duro simplesmente por não querer torrar é um desestimulo à poupança na nossa cultura, e esse tipo de ataque vem de todos os lados, amigos, midia e até família. Não me arrependo de nada. Crescer assim me fez dar mais valor às conquistas, e se tudo der certo, um dia me aposento bem mais cedo que os quebrados que me criticaram rsrsrs.
 
Por hoje vou contar uma última história.
 
 
O caso do relógio do camelô.
 
Para meu aniversário de 12 anos, pedi um relógio pirata da Nike vendido pelos camelôs da cidade por R$ 15,00 (barganhando tirava a R$ 12,00...). Durante um tempo aquela porcaria foi febre na escola. Se eu tivesse um relógio da Nike, ninguém mais ia implicar com minhas calças de moletom furadas e quem sabe até eu arrumasse uma namorada. Por meses projetei como adquirir aquela joia de plástico ia impactar na minha vida social, trazendo níveis altíssimos de confiança e independência, mudando para sempre minha história.
 
Ocorreu que no dia, um sábado, fomos minha mãe e eu buscar meu presente. Até tomei banho e coloquei minha "roupa de sair" e ténis Olímpicus de R$ 33,00 neste dia especial, com direito À bolo retangular, coca-cola e pizza congelada.
 
Ao chegar em casa com meu artefato libertador, meu pai, que é bipolar e psicopata, começou a implicar com a qualidade e pasmem, ordenou a devolução imediata para completa obliteração de meu sonho, em promessas de mandar uma colega de faculdade buscar um Citizen no Paraguay por R$ 60,00 que jamais veio a se concretizar.
 
Amigos, aquele foi um dos dias mais tristes de minha vida. Foi traumatizante. Foi morrer na praia. Os anos se passaram e o popular presente de aniversário foi esquecido por todos, menos por mim, que cresci sentindo uma sensação ruim na garganta e a esperança secreta de um dia ser rico e ter muitos relógios Ômega Seamaster iguais aos dos filmes do 007.
 
Cerca de 15 anos depois, em comemoração a um emprego legal que arrumei, minha mãe me presenteou com um relógio da Technos - custou uns R$ 300,00 e é o presente mais importante que já ganhei. Quando lembro disso as lágrimas percorrem meu rosto.
 
 
 
Felicidades a todos.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Homem passa 6 anos fingindo trabalhar e ninguém nota


Inacreditável o caso deste cara, que passou 6 anos fingindo analisar problemas em softwares de computador. Ele criou um programa que analisava o necessário de maneira automática já que é tudo meio repetitivo e depois de todo este tempo ele até mesmo esqueceu de como se programava.

Por incrível que pareça existe um dilema ai, já que ele sempre cumpriu seu papel. Não sei se surgiriam coisas novas que o programa dele não conseguiria fazer. Talvez fazer algumas revisões de vez em quando e o patrão saber sobre isso seria mais ético, mas a questão é que mesmo que o programa fosse muito eficiente o patrão não se sujeitaria, pois não é admissível a um patrão não dar chicotadas no empregado. Pessoalmente eu acho que controlar os empregados faz parte do pacote.

Parece até coisa daquele livro "trabalhe 4 horas por semana", onde o autor ensina a usar ferramentas e pessoas para automatizar a vida. Apesar do livro ser muito interessante, pois nos mostra como transferir trabalho para quem precisa trabalhar mais pelo dinheiro que você, acho ele também perigoso. Já vi duas pessoas ficarem meio malucas após lê-lo. Uma no programa de TV "O Sócio" que simplesmente não trabalhava pois o outro sócio da empresa precisava trabalhar pra não quebrar, e outro um amigo meu (aquele que ficou rico vendendo infoprodutos). Para os dois pareceu ter funcionado. Ano que vêm leio denovo com mais atenção.




Procurando na internet achei mais casos, principalmente de funcionários públicos e CCs fantasma como é típico no Brasil. Este espanhol ficou seis anos sem aparecer no trabalho e ninguém parece ter notado. Na verdade eu mesmo já tive um amigo que foi CC na câmara de vereadores e nunca ia trabalhar. Em prefeituras de cidades pequenas isso também é comum. Minha mãe (agora aposentada) trabalhava em um órgão público de baixo escalão onde se controlava ponto através de assinaturas em um livro e haviam pessoas que assinavam quando queriam e iam resolver suas coisas pessoais (cuidado ao puxar o saco de professores).


Vagabunda. Tem várias reportagens assim no youtube.


Trabalho remoto é muito eficiente e a internet veio para nos ajudar em relação à isso. Você pode contratar um publicitário na Tailândia e um programador na Índia por um quarto do que pagaria a um brasileiro, mas isso é na iniciativa privada. Tem um pessoal de empresas públicas fazendo pressão pra trabalhar desde casa, ou seja, vão trabalhar menos ainda e o pagador de impostos nem mesmo vai saber se existem pessoas que são pagas simplesmente para mandar um e-mail por dia.

Temos os relatos dos blogueiros de como é ficar em casa sem fazer nada nas férias e de como seria ruim se aposentar assim. Trabalhar é importante para o ser humano, e um homem simplesmente não pode consumir mais do que o que produz. Trabalhar é a única coisa que cria riqueza e dignifica o homem, pois além da riqueza gera satisfação pessoal. A não ser para esses exemplos de sanguessugas que não valem o que comem.

Antes de me criticar, não confundam a dor que é trabalhar como empregado por um salário baixo com minha crítica. Trabalhar é sim, horrível e doloroso, quando temos que trabalhar pelo dinheiro. O que me refiro é a necessidade que o homem ter de criar e se sentir útil. Meu avô trabalhou dos 9 aos 89 anos, muito desse tempo de graça só pra se sentir útil e cada vez mais compreendo ele.

No próximo post vou inaugurar um novo "quadro" aqui do Blog, a resenha de um filme que eu goste bastante, e escolhi um que para mim mostra todo um percurso das necessidades humanas sendo supridas e o papel do dinheiro nisso tudo para se ser verdadeiramente feliz. Na próxima semana pretendo postar a cada dois dias, espero que gostem.


segunda-feira, 16 de maio de 2016

Como viajar a preços baixos?

O blog Viver de Construção fez um post recente falando sobre como gostaria de aproveitar mais seu tempo livre e viajar nas férias, e comentaram lá como estas viagens são caras no Brasil, exigindo sacrificar os aportes para poder se dar este pequeno luxo.

Existem alternativas.

Uma delas é comprar pacotes de empresas como a CVC. Nunca usei, portanto não posso recomendar.

Ter parentes e amigos em cidades de praia é sempre uma boa, mas nem sempre é legal chegar de casal. Além do que muitas vezes se quer relaxar sozinho ou só com sua família.

Uma alternativa totalmente frugal é acampar em campings. Certamente é o modo mais barato (e para mim bem divertido), mas não possui luxo algum e sua viagem pode se tornar um pesadelo por variados motivos.

Hoje em dia está na moda o "coach surfing" aqui na Europa e também tem gente que faz na América, claro. Sinceramente eu jamais faria isso e imagino que seja uma bosta, e mais apropriado para quem é bem descolado e gosta de conhecer pessoas. Talvez fizesse isso se fosse solteiro, tivesse muita grana e quisesse conhecer melhor diferentes culturas, mas no momento não.

É possível alugar casas no litoral por diária. A alguns meses uns amigos e eu fizemos isso e passamos 3 dias na praia em um apto mobiliado de uma amiga de um deles. Foi extremamente barato, mas tem que conhecer pessoas que façam isso. Fazer pela internet pode ser perigoso... As vezes pedem depósito e somem com o dinheiro, além de que durante a alta temporada fica bastante caro, a não ser que um bando grande de pessoas alugue e aí sua tranquilidade vai por água abaixo.

Claro que o assunto aqui não é ir pra praia, mas fazer viagens para lugares diferentes.

Não estou ganhando nada em fazer propaganda, mas quando gosto de algum serviço chamo meus amigos para conhecê-lo também.

Anos atrás minha mãe associou-se a um tal de sbtur, onde escolheu um plano em que paga mensalmente 150 reais (antes era menos de 90) e tem direito a 7 diárias em algum hotel ou pousada conveniados pelo Brasil. Vejam, 150 reais x 12 meses = 1800 com direito a quarto para casal ou quarto com duas camas, com o café da manhã.

Ou seja, 257 reais a diária para duas pessoas, ou 128 reais para cada um.

Se tiver filho ou quiser levar mais amigos, é só pagar mais uma grana pela diária para colocar uma cama a mais no quarto ou pegar outro quarto (quando forem duas pessoas extras), pelo valor equivalente.

Não é necessário usar todas as diárias de uma vez, e as que acumulam ficam para o próximo ano (depois de um ano vencem parece).

Peço que, quem se interessar, consulte a empresa para se informar melhor. Posso estar falando algo errado.

De qualquer modo, se você não está cheio de dívidas, mesmo que ganhe bem pouco é importante se divertir e interessante viajar de vez em quando, ter experiências legais durante a vida. Eu mesmo "perdi" quase todas as minhas férias sem fazer nada em casa (não tinha dinheiro pra viajar, também), mas essa empresa aí é bem útil e veio a calhar também quando tive que ir à outras cidades para resolver alguma coisa. Foi só ligar pra empresa uma semana antes e reservar um hotel.

E pra quem se questiona se os hotéis associados são ruins, não são. A dois anos fiquei em uma pousada em uma das melhores praias do Brasil com minha esposa, onde a diária normal custava uns 400 reais, usando os serviços desta empresa. Usei muitas vezes esse negócio, procurei fotos e os adereços de todos os hotéis que peguei antes de escolher e eram ótimos.

Certa vez quando trabalhei em um hotel, atendi ao telefone uma pessoa que desligou na minha cara quando falei os preços da alta temporada (hahahah!). Se ele fosse sócio de um negócio desses nem ia precisar perguntar o preço.

Outra coisa importante, muitos hotéis são conveniados, e tanto esta pousada quanto um hotel excelente que fiquei em outra cidade não estavam no site. Bastou ligar e perguntar se aceitavam o serviço, e recebi resposta positiva (faça um teste antes de se associar, ligue para algum hotel e pergunte se fazem parte).

Consultando o site, vi que também pode-se usar em alguns países além do Brasil.

--------------------------------------------------------------------------

Mesmo para quem não tiver grana para comprometer com isso no momento, sugiro fazer um fundo com o propósito de viajar. Guardando uns 70 ou 100 reais por mês, já se pode fazer um passeio legal a cada 2 anos ou 3 anos. Já tratei disso AQUI.

Você pode muito bem planejar uma viagem para daqui a 5, 10 ou 20 anos... Por que não? Eu tenho entre 27~33 anos e pretendo fazer uma "viagem temática" pra comemorar qualquer coisa quando tiver 50 anos. Talvez conhecer o caminho percorrido por algum antepassado meu ou uma tour por uma série de locais históricos que me interessam.

É assim que se faz acontecer e não reclamando da vida.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Oh yeah! Pé na bunda da Dilma.

Bom dia proto-milionários da blogsfera. A terrorista Wanda finalmente foi enxotada do poder, trazendo alegria e esperança aos corações de todos os brasileiros produtivos. Temos uma nova gama de desafios à frente. A máscara vai cair e novos inimigos serão revelados, portanto é bom manter-se alerta.

Esses caras jamais desistiram e nós também não desistiremos.


Robert the Bruce e a Aranha

Diz a lenda que nos primeiros anos de reinado de Robert the Bruce, na época em que a Escócia estava sob domínio inglês, foi derrotado e exilado. Escondido em uma caverna, sem forças e muito deprimido, começou a observar uma pequena aranha que lutava para construir sua teia que era destruída pelo vento. Ele viu que a mesma teve seu projeto destruído diversas vezes mas nunca desistiu, pois para ela desistir significava morrer. Até que por fim conseguiu construir uma poderosa teia e o vento não lhe causava mais mal.

Robert deu três tapas na cara e afirmou para si que, se aquele bicho tão pequeno e frágil não desistiu, porque ele deveria choramingar e aceitar ser escravo? A partir daquele dia começou a ver a vida de outro modo. Esse novo mindset lhe ajudou a unir pessoas, vencer importantes batalhas e expulsar os invasores.

Gosto especialmente desta história pois ela mostra como uma pessoa mediana consegue pavimentar seu caminho até o sucesso seja no que for que deseje realizar. Ela deve fazer o que estiver a seu alcance, sempre, como a aranha.

A pouco li algo interessante. Pessoas de sucesso observam seus erros, resolvem problemas e seguem em frente. Já os fracassados tomam as derrotas como um veredito. A primeira coisa que as pessoas fazem quando não conseguem algo é dizer é algo como: "Não presto pra isso", "não sei fazer", "é muito difícil", "não tenho dinheiro","não tenho faculdade".


Foda-se.


Com o presidentO Temer no comando, a expectativa é que exista controle nos gastos públicos e investimentos fluindo para dentro de nosso amado país. Quem investe em renda variável voltará a sorrir nos próximos anos, tendo suas bolas de dinheiro alavancadas rumo ao céu.

Para mim o "novo governo" também promete ajudar, pois o valor do Euro em relação ao Real vai diminuir, ou seja, serei sustentado por meu patrimônio no Brasil com maior facilidade.

Pouco importa se a economia do país está em frangalhos, se os escândalos a serem revelados podem causar até mesmo uma guerra mundial. Saibamos aproveitar esse momento de júbilo, mesmo que seja apenas hoje.


Kitnet

Um investidor ofereceu 80k no kitnet, à vista e meu amigo corretor rejeitou. Gastei 70 no total, teria 10k de lucro em 6 meses, nada mal, mas vale mais.