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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Como gerenciar pessoas

Este é um post sobre gerenciamento de pessoas onde vou citar alguns atributos que considero importantes e o assunto não ficará fechado, tanto por haverem nuances nas relações entre as pessoas quanto porque na Blogsfera existe em geral um sentimento de proletário explorado.

Já tive a oportunidade de gerenciar pequenas equipes e também ter assistentes pessoais diretos no trabalho, portanto nos últimos 10 anos aprendi alguma coisa prática sobre isso. O que escrevi vale tanto para subordinados quanto para colegas de equipe em um projeto.

Em primeiro lugar coragem é o mais importante. Sem ela não se sai nem de casa. A verdade é que liberdade implica em responsabilidades, por isso o ser humano em geral tem medo e prefere ser comandado. Um bom gestor deve ter coragem de olhar nos olhos das pessoas, passar com clareza suas ordens e não ser afetado psicologicamente por contrapontos e falta de educação de quem ouve.

Deve ter competência. Se você não tiver competência a máscara cai rapidinho e você vira um adereço sem importância.

O que seus subordinados querem é ver liderança, certeza, assim como um filho vê no pai e perde o respeito no momento em que deixa de ver segurança nele para auxiliar a resolver todas as questões da vida. Eles não querem pensar, querem executar ordens. Sem segurança o comando vai todo pela janela. Liderança deve ser executada com firmeza sem tão-pouco ser confundida com tirania. Ouça as pessoas, mas escolha o que vai agregar pois quem manda é você. Se a opinião de algum colaborador fosse realmente necessária o tempo todo, ele seria o patrão e você o empregado.

Não se deve ser amigo dos subordinados. Eles perderão o respeito e você a autoridade. A capacidade de manter um ambiente alegre e boas relações com todos sem se tornar seus amigos é muito importante.

Disciplina é necessário. Sem disciplina você não chega a lugar nenhum, pois a falha é mais recorrente que o acerto, portanto só os mais disciplinados chegam longe. É necessário muita disciplina para não reclamar na frente dos empregados e manter foco em resultados. A primeira coisa que queremos fazer quando algo não dá certo é buscar a ajuda de um amigo. Se isso acontecer e você confundir as coisas, os empregados perderão o senso de sentido e os esforços começam a se dispersar pois eles também se sentirão no direito de choramingar, descansar e por o conforto antes das tarefas.

Os empregados devem ser mantidos em uma espécie de “coleira”, através de seu salário e outras necessidades, como pequenos confortos e pausas. Nos navios o rum era uma espécie de moeda de barganha dos capitães para evitar motins. Quando os caras trabalhavam bem, ganhavam ração a mais, quando trabalhavam mal, eram punidos. Isso se observa nos presídios também, é aquela história da panela de pressão durante o governo militar, você deve apertar a corda com uma mão, e folga-la com a outra no momento certo. Como escreveu Sun Tzu, é muito importante dividir os espólios com suas tropas, ou elas vão te ver com raiva.

Conhecer sua equipe a ponto de saber trabalhar com fluidez os estímulos e punições é a arte de gerenciar pessoas. Para isso deve-se conhecer bem a legislação vigente, os costumes das pessoas e a cultura da empresa.

Veja o que seus colegas valorizam individualmente para melhor gerenciá-los. As vezes um pequeno sorriso ou elogio trazem bons efeitos. As vezes os tornam preguiçosos. Criar expectativas de maiores ganhos financeiros ao meu ver são a estratégia que melhor funciona.

“os homens são porcos que se alimentam de ouro” – Napoleão.

Uma pessoa que acredita que vai crescer na empresa trabalha com mais afinco do que alguém sem perspectivas. Mesmo assim, elas não devem ser mais fieis ao "ouro" do que à "pátria". Caso isso ocorra, você criará cobras na sua casa, e é assim que todos os grandes impérios caíram na história, ou empresas perderam seus empregados para concorrentes que pagam mais. Deve-se instituir um clima de que é humilhante deixar a empresa ou colocá-la em segundo lugar.

Lembram daquele comercial das Havaianas em uma praia onde brasileiros reclamam do Brasil, e quando um argentino se junta a eles, os brasileiros começam a defender o Brasil e xingar a Argentina? Vejo muito isso por ai.

As pessoas podem detestar seu ambiente de trabalho, mas se sentem pressionadas em defendê-lo. É uma espécie de sentimento de pertencimento. Deve-se administrar isso com sabedoria. Crie um inimigo em comum, como a imagem de um empregado que se deve combater por prejudicar a equipe ou mesmo um concorrente que ameaça a loja.

É especialmente importante fazer reuniões de qualidade semanais, de preferência na Segunda-Feira, onde se lê notícias e se fala de fatos que podem influenciar no mercado em que a empresa atua. Depois pode-se deixar as pessoas falarem, sempre perguntando na ordem do mais fodão, até os de nível menor. Isto é importante para que eles visualizem a hierarquia, assim vão aspirar posições mais altas.

Este é um bom método para eles sentirem que tem voz e dar suas contribuições, sem descambar pra democracia plena, que nivela por baixo e estraga tudo. Também é importante para corrigir desvios, fazendo comentários de maneira geral. Esta semana li sobre a importância psicológica dos "cutuques mentais", como pequenas "cutucadas" são influentes em moldar a vida das pessoas na sociedade e elas nem mesmo percebem.

As pessoas devem ter um ambiente de trabalho tranquilo e organizado. Por mais que você não controle a felicidade dos outros, regras devem ser tidas como leis. Por exemplo, colaboradores jamais devem brigar, jamais discutir na frente de clientes, jamais serem porcos imundos desorganizados, devem ter uma boa apresentação, educação aprimorada, e pontualidade. O importante é criar uma cultura que se propague sem que seja necessário ficar ensinando os novos empregados. O próprio ambiente deve enquadrar a pessoa.

Antes de pensar que não possui habilidades gerenciais, lembre que ninguém as nasce tendo. Nada além da pratica trás experiência, seja no que for. Centenas de milhares de repetições vão torna-lo eficiente.

Recomendo o livro da FGV "Aspectos Comportamentais na Gestão de Pessoas" pra ter uma base. Não sei quanto custa pois adquiri na matéria do MBA que cursei (cursei poucas matérias num MBA da instituição). É o único que li que trata diretamente do assunto, mas deve ter melhores, até porque o mesmo trata o que escrevi aqui como algo antiquado e que não funciona na "Era do Conhecimento".

Se apenas estas questões forem observadas, e se contratar gente com competências correlacionadas com as tarefas que executam, você terá um ambiente de trabalho produtivo.

Não se deve comer nem manter hábitos "humanos" na frente dos subordinados, como assoar o nariz, cortar as unhas, beber álcool ou relaxar. Você deve ser visto como alguém realmente superior, que não sente fome, nem frio, nem tropeça ou comete erros, um verdadeiro ciborgue. Alguém que não desiste de ir a algum lugar por estar chovendo ou de falar com alguém que não gosta. As pessoas devem ver você como uma pessoa que resolve qualquer problema (não os delas) e se sentirem pressionadas a ser do mesmo jeito naquele ambiente. 

Os melhores colegas-colaboradores que tive foram os com a característica de resolver sozinhos ou pelo menos buscar ajuda e ter perseverança até terminar sua tarefa, eram os mais independentes e observei que se tornaram mais independentes quando o ambiente não lhes tratava com demasiado cuidado e proteção.

Minha opinião é a de que as pessoas são 10% personalidade e 90% um "papel em branco" que vai dar seu máximo ou seu mínimo, dependendo do estímulo. As pessoas reagem à estímulos apesar de considerarem auto-suficientes e racionais.

Estava vendo um filme sobre navios e descobri de onde surgiu chamarem a medida de velocidade no mar de "nós". Antigamente amarravam um peso na ponta de uma corda cheia de nós e verificavam quantos nós tinham passado por sua mão durante determinado tempo. Um método extremamente rudimentar, mas serve. Pessoas que resolvem problemas com o que tem são as melhores. Tem gente que não faz algo porque não tem um equipamento foda, não vai malhar porque o calção está pra lavar, e por ai vai.

É melhor que uma pessoa seja insubordinada na sua frente do que prometa que vai fazer algo e cague o processo todo. Não se deve ser conivente com erros. Isso ocorre muito com empregados mais antigos na empresa, que deixam de observar seus erros e de ser exemplo para os mais novos. Minha avó tem uma empregada que manda na casa, pois os velhos tem pena de demitir ela. Isso é inadmissível.

Confiança é tudo em negócios, se não tiver total confiança em um empregado demita rápido.

No fim, são tudo business. Nunca entre em questões pessoais e discussões sem sentido. Jamais ofenda as pessoas, isso é dar munição para elas.

Isto é o que penso ser vital na gestão de pessoas, certo ou errado perante os livros e profissionais da área, é no que acredito, e acho que vale por um semestre todo dessa matéria em uma faculdade.

E aí? Deixem suas opiniões.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Comércio europeu, a séculos lucrando por copiar.

Como toda pessoa que vai para outro país, me sinto impressionado ao fazer coisas simples como ir ao supermercado. Não por faltarem produtos no Brasil, como a garota do vídeo abaixo descreve ser em Cuba, mas por haverem coisas diferentes para consumir.

Viva o capitalismo selvagem.


Realmente pareço um refugiado olhando, manuseando e até cheirando os produtos (característica de latino-americano), descobrindo e imaginando suas aplicações com um sorriso enorme no rosto, enquanto velhas me observam como a um animal exótico.

Outra coisa que me causa espanto é catar um produto qualquer como enxaguante bucal que no Brasil é uma fortuna e dizer "que barato!" toda hora. Quando chego na gôndola estou cheio de produtos das marcas mais baratas e comprados em promoção, e as pessoas da fila e até a caixa me olham e não dão a mínima pois muitos europeus também fazem isso (sim, dá pra ver nos olhos de alguns que me vêem como o imigrante chato e pobre), porém no Brasil eu não só seria visto como o miserável como os produtos da faixa mais barata de preço são claramente uma péssima compra no quesito qualidade.

Já havia morado por um período em outro país aqui da Europa que era bom em alguns aspectos e péssimo em outros (lá não era tão seguro e as pessoas eram mal educadas, além de ter menos produtos disponíveis por motivos culturais).

Em minha cruzada por enriquecimento, penso em maneiras de exportar para o Brasil ou até mesmo produzir aí alguns desses produtos ao comparar a qualidade. Aqui os mais baratos, que custam centavos, seriam considerados linha "premium" no BR.

Esta é uma estratégia comercial usada a séculos pelos próprios Europeus, trazer coisas de fora para seus países e adaptar às preferências do mercado. É assim desde a Grécia antiga que acumulou conhecimento de terras estrangeiras e mais tarde navegadores trouxeram tecnologia e produtos dos confins do mundo. Mesmo durante as cruzadas comerciantes eram respeitados em razão da escassez de produtos.


Quem desenvolve uma cidade não é o governo bonzinho e sim comerciantes malévolos.


Vou citar dois produtos interessantes que tenho a nítida impressão que mesmo uma micro indústria faria sucesso até ser comprada por uma mais poderosa monopolista: Waffers e gel para vaso sanitário.

As vezes compro uns waffers (como as bolachas waffer aí do BR) mas com muito chocolate e em pacotes enormes. É a marca mais barata e no Brasil seria artigo de luxo, não compreendi o motivo além da carga tributária pois seria muito consumido.

O gel para vaso sanitário é fantástico, e é um pouco difícil explicar. Trata-se de um líquido um pouco mais espesso que água, onde você pinga um pouco no vaso e se quiser espalha com a escovinha formando uma nítida camada protetora e cheirosa que rende muito... Uau! Talvez alguma marca comercialize isso no Brasil mas por eu ser pobre e sempre comprar coisas baratas sem qualidade nunca tenha notado. A questão é que uma fabriqueta consegue fabricar e distribuir isso a baixo custo, e o mercado certamente está sempre sedento de coisas assim.

Aquelas garrafas plásticas com detergente para louça são enormes e quase de graça, além de ter esponjas maiores e mais eficientes que eu corto ao meio (pensei em fabricar uma do tamanho que eu prefiro usar). Fico me questionando "WTF, isso venderia no Brasil". Se um dia eu voltar ao BR com o rabo entre as pernas certamente vou abrir uma indústria e oferecer uma alternativa copiada da Europa. Como o Arnold disse em seu livro (sim, vou sempre citá-lo) "americanos adoram tudo o que vem de fora" e isso é verdade para qualquer povo. Sempre vi as pessoas consumindo até produtos exatamente iguais aos brasileiros que são importados, e pagam mais caro por isso.

Vou encontrar mais produtos e comparar ao longo do tempo. Claro que muito nos impede de fazer igual ou melhor, como fatores geográficos (no Brasil uma lata de atum sempre vai ser mais cara em comparação às latas gigantes e baratas que vendem aqui) ou pela excessiva carga tributária e alguns fatores culturais. Mas não poderiam vender outro peixe enlatado aí mais barato tendo 8 mil km de costa? Eu creio que sim.

Jamais tome as comparações descritas aqui no Blog como "o Brasil é um lixo e aqui é maravilhoso". Para mim o mundo inteiro é igual e os estados (governo) e culturas atrasadas que atrapalham mais ou menos a vida dos indivíduos.

Tenho pensado muito nisso de copiar e melhorar algo pra oferecer ao mercado. Tenho amigos que abriram uma micro-cervejaria artesanal e após 3 anos trabalhando praticamente de graça, adaptando seu produto e divulgando, arrumaram um canal de distribuição destruidor (uma torneira em um bar badalado) e estão finalmente ganhando dinheiro. É assim que funciona.

Abraço!

terça-feira, 10 de maio de 2016

Como escolher uma profissão do jeito CERTO.

Hoje o texto é um pouco mais longo que o habitual.

Quando somos jovens (e temos chance) escolhemos nossa profissão de maneira muito mal embasada em critérios. Eu mesmo escolhi a minha porque não sabia o que mais escolher. Não conhecia muito sobre o que a maioria fazia e tinha uma imagem ruim das que hoje me interessam. A única coisa que posso comemorar é que não me tornei advogado, como tanto meus pais insistiram, ou hoje seria um parasita e não teria possibilidade de realizar meus sonhos.

Vamos deixar a questão da oferta x demanda de valor um pouco de lado neste post, mas não totalmente. O foco será a possibilidade de criar mais valor. Segue vídeo sobre o conceito de valor subjetivo que se aplica também à salários de profissões.




Quero entender:

Um professor deseja ensinar cada vez menos alunos, receber mais dinheiro e ter o máximo de folgas. = Amado pela sociedade.

Um empresário quer trabalhar o máximo possível e servir mais clientes. = Odiado pela sociedade.

Simplesmente não tem sentido. Quando o exposto acima for facilmente observável na sociedade, FUJA.

Tudo bem, existem profissões que seguem esta lógica nefasta exploratória de fazer greve por aumentos, como juízes e outros tipos de funças. Mas essa mentalidade te limita a rastejar pra comer por ter um leque muito limitado de opções.

Apesar da má fama, um empresário só fica rico servindo (bem) o maior número de pessoas. Como um empregado vai ficar rico se ele serve só a um patrão? Ele não tem ganhos de escala.

Este não é um post para criticar os funças, é apenas um alerta, jovem pobre: escolha bem sua profissão. Escolha algo onde você consiga gerar mais valor quanto mais trabalhar, como pedreiro por exemplo (melhor ser engenheiro obviamente) e não professor de escola pública ou outras merdas onde você esta preso a um patrão a vida inteira, e nada vai mudar se você trabalhar o dobro.

A vida é parecida com uma "roleta", onde de vez em quando surgem oportunidades. Algumas profissões te deixam mais exposto a elas. Por exemplo, quem vai oferecer uma oportunidade de sociedade em um negócio imobiliário ao porteiro do prédio? Ou mesmo quem vai passar por você ao ver seu trabalho sendo bem desempenhado, e lhe oferecer mais dinheiro pra continuar fazendo aquilo? Ninguém.

Já oportunidades assim surgem toda hora pra profissionais que geram mais valor com seu trabalho. Observe os 4 quadrantes abaixo e verifique em qual deles se encontra atualmente.




Sabia que 95% das pessoas se encontra nos dois quadrantes da esquerda, as quais possuem 5% do dinheiro do mundo, e 5% das pessoas está nos quadrantes da direita, e possuem 95% da grana do planeta?

Não por coincidência, nos quadrantes da esquerda se pagam as maiores alíquotas de imposto, pois os governos menos indecentes querem que as pessoas "façam coisas" como construir casas e gerar empregos, por isso estimulam cobrando menos impostos dos da direita.


Possibilidade de trabalhar mais

No último mês, pensei em um conceito interessante sobre algumas profissões, enquanto pintava o apartamento que alugava e meu kitnet. A possibilidade que algumas delas trazem de fazer seu próprio horário para terminar tarefas, ao invés de trabalhar no torturante “horário comercial”.

Claro que os quadrantes do kiyosaki não se limitam a "profissões". Um médico pode ser empregado ou ter sua clínica. Um construtor também, um professor de línguas, e por ai vai. Mas algumas profissões te dão mais possibilidades de ir pro quadrante que desejar que outras e o problema com o lado esquerdo é que você tem opções limitadas de servir as pessoas.

Um pintor dedicado faz mais grana que 90% das pessoas com diploma no que me formei. Além disso é uma profissão que não exige muito cérebro, nem muita carcaça. Dá pra trabalhar ouvindo música, bem sossegado, além de não ter um chefe te estressando nem medo de ser demitido se fizer alguma bobagem. Aliás, se fizer nunca vai ser séria demais e a responsabilidade é nula.

Serviço nunca falta (sempre vai ter mercado), é só anunciar nos grupos de Facebook, e isso é ótimo pois anunciar é importante e pra esse profissional o custo é baixo.

Assim como um programador de computadores que pode assumir um projeto e trabalhar até de madrugada para termina-lo, o pintor pode trabalhar até o horário de silêncio pra adiantar o serviço e partir pra outra. 

Ele tem mais maneiras de cobrar pelo serviço, como por empreitada ou por dia de trabalho, onde muitos enrolam o cliente pra faturar mais.

Seu lucro é 100% sonegável. O governo não tem como saber o quanto você cobrou se não der nota fiscal e isso é imperativo pra ficar rico pois não divide seus lucros com o estado.

Outra coisa, dá pra aprender tudo pela internet e em 1 mês trabalhando na área. Com a internet você aprende a teoria de quase qualquer coisa. Depende de você pegar a parte prática. 

Diversas profissões "de pobre" podem ser aprendidas assim. O ponto é que ter estas como profissões "de pobre" é uma visão ultrapassada, de quando faculdade no currículo dizia alguma coisa. O importante nessas profissões é que elas te colocam facilmente no quadrante “self-employed” (auto-empregado) ou seja, dono da sua vida, e donos da sua própria vida podem simplesmente não ir trabalhar quando está chovendo ou não estão com saco, e no sentido oposto, podem trabalhar mais pra acumular mais aproveitando melhor as 24h do dia.


Com essa pistola capitalista opressora da pra fazer mais em menos tempo.

No mesmo sentido temos vendedor (exige mais colhões). Os vendedores de carro, por exemplo, fazem mais grana que eu e sempre irão, mesmo que eu tenha 20 anos de empresa e de experiência, porque geram mais valor para mais pessoas. É mais difícil ser bom vendedor do que bom na minha profissão, que qualquer adolescente feio com um bom computador desempenha, falando de modo geral.

Em contraponto as pessoas do quadrante “empregado” estão acorrentadas a trabalhar pra um patrão só, ou seja, ter uma fonte de pagamento principal e ter que barganhar salário com uma só pessoa, além de trabalhar em horários restritos para essa mesma pessoa.

Eu acho tão humilhante ter que pedir aumento que uma vez só o fiz. Meu chefe na época até concordou em me dar pois eu trabalhava como um cavalo e ganhava R$ 800,00 por mês, mas disse que viria depois de dois meses. Dias depois fui renegociar. Ao invés do aumento uma indicação e pedi demissão pra buscar oportunidades numa cidade maior.

Voltando ao assunto, deste modo o empregado não consegue posicionar- para que a sorte (chances) lhe favoreça. Ele não consegue ficar exposto à oportunidades, e acaba indo todo dia trabalhar no mesmo lugar, pelo mesmo salário, dependendo do emprego para sempre e “deixa pra amanhã” a procura por uma oportunidade melhor para sua vida.

Não importa o quão bom você seja, como empregado, irá ser mal pago. Ser empregado tem TETO de salário, seja em empresa privada ou pública, e este é um dos motivos de eu nunca ter buscado um concurso (não tenho capacidade de passar em um com bom salário).


Pede ao chefe um aumento, ganha aumento de trabalho.


Já a pessoa Self-employed está sempre na roleta. Tudo bem que podem haver (e haverão) dias que não vai ter o que comer e vai ter que correr atrás pra pagar o aluguel, mas pra este cara vão surgir oportunidades de trabalhar como uma máquina e juntar dinheiro, e isso é o que te faz sair da pobreza, juntar bolas de dinheiro pra investir.

Tudo se resume em ter uma maior habilidade de criar valor que te renda dinheiro e poder acumular este dinheiro.

Vejam um bom construtor. A possibilidade de se dar bem é alta. Em serviços de uma semana os caras tiram uma boa grana, porque podem trabalhar das 6 da manhã até as 8 da noite. Podem cobrar mais em certas coisas para balancear descontos que deram em outras, enfim, é muito fácil barganhar porque ninguém sabe nada muito de obras. Além dos que roubam material pra construir seus próprios imóveis irregulares pra alugar (o serviço é muito pesado, mas isso não assusta você que paga academia né?).

Esses caras tem mais possibilidade de fazer dinheiro porque não perdem chances de ganhar. Por exemplo, existem muitos serviços de poucas horas ou até minutos onde o cara te paga 100 reais pra fazer, como trocar uma tomada, uma torneira, canos ou alguns parquet. E quando você não sabe fazer, sub-contrata alguém que saiba e vira gerente por um dia.

Já quando você não sabe algo na condição de empregado, ou paga pra aprender e continua ganhando a mesma coisa, ou te demitem e contratam alguém que saiba.

Esse tipo de situação leva pessoas "self employed" com mais coragem a pensar em abrir seus próprios negócios e ir para o terceiro quadrante, o de businessman. Por exemplo, uma pessoa com um ano de experiência em obras pode abrir uma pequena ferragem (nunca na vida vi ferragem quebrar). Trata-se de uma evolução natural em uma sociedade de mentalidade capitalista.

Se você leu este post até aqui e se mantém cético em relação a estas profissões por que a maioria é pobre, lembre que a maioria é medíocre em qualquer profissão. Se você não quer ser medíocre pra sempre e está disposto a trabalhar pra valer, pense a vida toda em criar possibilidades para fazer dinheiro e não apenas em ficar mais eficiente pra manter seu emprego.


Sempre vi o "Lineu" da série Grande Família como o retrato do homem medíocre.

Já notaram que muitas pessoas (eu já me inclui entre elas muito tempo) tem em seu inconsciente coisas como “quando eu tiver experiência na minha área vou pedir emprego naquela empresa foda“ ou “quando eu tiver dinheiro vou investir”, ou "quando me formar vou buscar um salário maior".

DEVE SOBRAR DINHEIRO PARA INVESTIR TODOS OS MESES.
Mesmo que sejam 100 reais ou qualquer outro valor, deve-se criar um cash inflow.

NÃO SE DEVE ESPERAR UMA DÉCADA PARA FAZER SEJA O QUE FOR.
As únicas coisas que caem do céu são chuva, cocô de pássaro e bombas.


Não tem problema se você não tem capital pra ter seu próprio negócio (pessoas trabalhando pra você), pois existem maneiras de conseguir esse dinheiro, seja poupando ou pegando emprestado ou através de sócios (umas mais lentas e seguras, outras mais rápidas e arriscadas). O importante é que você construa um negócio ESCALÁVEL e GLOBAL. Que se desenvolva através dos anos como empregado pra pular pros outros quadrantes quando possível.

E finalmente, assim como qualquer investimento, profissões que trazem maior risco trazem maior retorno. Cálculo de risco é essencial, claro. Arriscar enquanto se é jovem e se mora com os pais é mais recomendável do que quando já se tem esposa e filhos.

Esse post é uma reflexão por eu sempre sentir que odeio trabalhar. Porém eu odeio trabalhar para os outros... Tenho prazer em fazer meus negócios, vender coisas, investir e fazer coisas para mim. Trabalho que nem um animal quando é pra finalizar uma tarefa como foi por exemplo pintar minha casa e aposto que se você também pensa assim. E esta vontade de trabalhar que nem um louco pelo seu projeto é determinante pra te deixar rico.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Ficar rico investindo? Não seja idiota!


Este post é direcionado aos jovens blogueiros e visitantes pobres que por ventura entraram neste blog. Todos os investimentos tem suas qualidades e deve-se diversificar entre eles, mas nada é melhor que ter uma empresa e imóveis. Este é o resumo do post, se estiver interessado leia até o fim.

Vejamos quais premissas temos:

Você é pobre (- de 100k na em patrimônio);

Vive no Brasil e é empregado;
Já tem por volta de 30 anos;
Ganha mal;
Vai viver até os 70 anos.

Não é preciso fazer uma pesquisa profunda pra saber que 95% de quem está lendo este post se enquadra na situação acima. Até ai tudo bem.

O problema é a desinformação, e infelizmente aqui na blogsfera ela também impera.

Vamos direto ao mito número um na formação da riqueza: o da qualificação. Se qualificar para ganhar mais? Certo, mas se qualificar em que? Na sua profissão lixo saturada que você odeia? Certamente certo nível de qualificação é esperado para que você não morra de fome, mas se você pensa em estudar para trabalhar pra alguém e ter um salário maior, leia Pai Rico Pai Pobre pra cortar caminho.

Conhecimento Acadêmico vai te dar um emprego.
Conhecimento Financeiro vai te deixar rico.

Não sou especialista em nenhum tipo de investimento, mas o que sei é comprovado pela prática, para a maioria das pessoas. Já vi gente próxima de mim ficar rica da noite pro dia assim como vi ficar pobre.

A maioria aqui vive que nem pobre e aporta sonhando em ficar rico daqui a 30 anos. Tem preconceito com imóveis, não diversifica em moedas e nunca vai deixar de ser empregado.

O que me motivou a escrever este post foi uma conversa que tive com amigos sobre a profissão de ascensorista. Imagine você ficar 8 horas por dia dentro de um elevador apertando botões, para mim isto seria o inferno. Caramba, este trabalho seria bom para um adolescente fazer uma grana, mas nunca pra um adulto saudável! E tem muitas outras profissões assim (porteiro, peão de certos tipos de fábrica, etc (e a minha está inclusa pois apesar de ser "qualificada" paga mal no geral).

Minha profissão pode ser executada por qualquer macaco adolescente com alguns meses de treino, a diferença é que se gasta 4 anos estudando e um monte de dinheiro pra ter diploma e exercer ela. E aliás, a maioria é assim. Se quiser ganhar mais, tenho que fazer especializações e trabalhar 15 horas por dia. Esse tipo de estratégia até pode te tirar da corrida dos ratos, mas dificilmente deixar rico.

Infelizmente temos a cultura da comodidade e busca por segurança. Este tipo de fórmula é 100% segura. Pode ter a certeza absoluta que quem seguir vai acabar a vida dependendo da família e do governo se não levar uma vida de privações pra poupar e ter uma rendinha.

O que acontece é que a maioria das pessoas, na melhor das hipóteses, trabalha e no fim do mês aporta em algum investimento que vá lhe dar renda passiva, o que é excelente, mas não busca ganhos de capital, por medo ou desconhecimento.

O Kiyosaki fala disso toda hora. O Donald Trump e outros gurus também. Até o Bastter fala isso de certa forma no "Eu Quero Ser Rico": Nada é mais importante que o poder do aporte. Só que aportar pesado como empregado é para poucos, amigo.

Não tente ganhar dinheiro, tente fazer dinheiro.

Você pode fazer dinheiro com qualquer coisa, inclusive como empregado. Mas simplificando a questão, imóveis e negócios (empresas) são a chave para se ficar rico mais rápido.

O prêmio de risco é maior. Ponto.
Basta saber se esse risco é realmente alto demais pra você.

Ainda não abri meu negócio para falar com propriedade, mas a parte da blogsfera que acha que fazer dinheiro com imóveis é difícil está errada.  Qualquer parede de tijolos que você levantar passa a valer o dobro. Tem uma dúzia de maneiras de se investir no mercado imobiliário que qualquer um pode aprender.

Eu entendo o medo. Jamais vou esquecer uma coisa que minha mãe disse certa vez, quando tentei convencê-la a comprar um imóvel na planta, a vários anos atrás: "a gente tem tão pouco dinheiro que tem até medo de perder o que tem". Ouvir isso doeu e me marcou. E de uma maneira ou de outra, a maioria pobre é criada em um ambiente anticapitalista.

E se o empreendedor falhar, o que vai acontecer além de voltar a ser um empregado fodido? Esta é a pergunta de um milhão de dólares. Faça uma auto-análise. Você vai falhar por quê? Porque cometeu os mesmos erros de quem falhou.

Para mim os outros investimentos tradicionais servem para remunerar seu patrimônio enquanto você acha oportunidades em imóveis e empresas, enquanto não tiver um montante considerável que faça o principal render brutalmente. Quando tiver dinheiro, conhecimento e coragem suficiente se deve empreender e adquirir ativos reais. Nada vai lhe trazer mais ganhos de capital.

Falaremos disso de maneira mais específica à frente no blog.

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Os golpes duros que os comunistas do PT estão levando tem levado a resultados positivos para a bolsa e baixado o Dólar/Euro. Como acredito que a economia do país está destroçada (além de precisar de Euros) tenho comprado bastante, pois acho que o real vai continuar perdendo valor com ou sem Lula na cadeia.


sábado, 28 de novembro de 2015

Casas de container são o futuro?

Recentemente um amigo me perguntou porque eu não comprava um lote e construía casas de container, que estão de tornando populares na região que ele mora. Não soube o que responder, pois não saberia quem compraria uma casa feita com containers, portanto resolvi pesquisar sobre o assunto, já que eu mesmo tive a oportunidade de trabalhar dentro de um container por algum tempo e como as pessoas compram de tudo, pode ser importante estudar a respeito.

A seguir uma análise de alguns critérios segundo minhas impressões:

Conforto
Era desconfortável e incrivelmente quente. Foi necessário utilizar ar condicionado 24h por dia, o que impacta muito no custo da luz. Imagino que no inverno seja bastante frio dependendo da região. Banheiro e cozinha não eram nos containers, tem que adaptar.

Segurança
Fácil de arrombar. Imagino que a solução seja construir dentro de condomínios residencial/comercial cercados.


Condomínios de lata

Espaço
O que eu fiquei tinha 2x4m com teto baixo. Certamente se pode modular em espaços maiores, o que impacta no custo. Eu não me enganaria com as maravilhosas casas de container de luxo que achei no Google. Todo o material parece bastante descartável e se você precisar trocar, vai custar uma nota pois é tudo sob medida.



Enquanto está organizado é bonito.

Mobilidade
Dependendo da casa você pode por na caçamba de um caminhão e ir morar em outro lugar. Para áreas ribeirinhas e que alagam é excelente, pois funcionam bem em cima de plataformas elevadas.

Levando em conta estes itens, uma casa de container pode ser boa. A tendência nos grandes centros é viver em cubículos, isso se observa em locais superpopulosos como Tókio e até São Paulo.

Portanto, creio que este tipo de construção não vai muito além de moradia provisória para canteiros de obras, shows, lanchonetes e lojas, em razão do custo de construção que não é tão mais baixo do que na construção de casas populares quando se considera que eles precisam ser muito bem adaptados para se viver.

Lojas de Container

Para lojas a ideia é excelente. Fácil de adequar para vários tipos de negócio, modificar e transportar pra feiras. O melhor é que cabe em qualquer estacionamento de shopping e posto de gasolina. Dá até pra construir um shopping disso. 





Algo que resolveria os problemas relativos à temperatura e durabilidade do prédio seria construí-lo embaixo de um galpão, o que torna muito interessante para se fazer em uma fazenda. 

Certamente vou ficar de olho na evolução da aplicação de containers na construção civil. Claro que como tudo o que mexe com as máfias existentes no país, o governo pode atrapalhar.

Pra quem trabalha com obras, pode ser interessante comprar o seu para abrigar ferramentas e acomodar os peões.



terça-feira, 3 de novembro de 2015

Copie os melhores na cara de pau

Aposto que este post vai gerar polêmica e confusão, mas vamos lá.

Existem na vida fórmulas consagradas para se obter sucesso em qualquer coisa e claro que na questão financeira é igual. Por mais que não exista uma maneira certa de ficar rico, existem maneiras que colocam as chances do seu lado neste sentido.

Se você é empregado e ganha 1500 reais dificilmente vai ficar rico se continuar ganhando isso pro resto da vida. Neste caso trabalhar é pra pagar as contas, e você vai ter que se qualificar (valer mais pro mercado) arrumar um emprego melhor, e claro, poupar, investir e fazer negócios, que é o que deixa rico.

A maioria das pessoas não fica rica porque não copia quem já o ficou. É isto amigos. Temos pouco tempo de vida para reinventar a roda. 95% das pessoas é medíocre, e 5% se excedem. Ande com esses 5% e exclua o resto da sua vida. Somos a média das pessoas com quem mais passamos tempo.

Você é a média das pessoas com quem mais passa seu tempo.

Quando você quer comer um prato especial, compra os ingredientes certos e segue uma receita. Sua barriga não quer saber se você seguiu uma receita ou a inventou, quer saber do resultado. Vista-se como uma pessoa de sucesso, fale como elas, aja e pense como elas.

Se na escola você tivesse copiado as melhores práticas dos melhores alunos, seria um dos melhores alunos.

Se você quer cortar caminho pegue um papel e uma caneta e descreva a pessoa de maior sucesso no seu ramo de trabalho e anote como ela chegou lá. A mesma coisa com seja quem for que você admire, e copie o que a pessoa fez. Nos business chamam isso de "benchmarking" - comparar-se com os concorrentes e copiar o que o outro faz melhor.

Quer um exercício? Selecione o website de 5 concorrentes de um mesmo mercado e faça uma tabela com todos os atributos. Descreva o que for bom e o que for ruim na navegação dos sites. Em qual a leitura é mais agradável, qual é mais bonito, qual é mais fácil de achar o que se procura, tem melhores informações, cores, contatos. etc. Fácil né?

Agora faça a mesma coisa entre seus colegas de setor no trabalho: Qual se veste melhor, se comunica melhor, é mais confiável, mais qualificado, comprometido e demais características que achar necessário, e copie, sempre tentando melhorar 0,1% por dia.

Sempre que vejo alguém ganhar dinheiro com algo me pergunto se posso fazer igual e o quanto isso vai me custar de esforço e tempo de aprendizado, mas a verdade é que quem está disposto a trabalhar 15 horas por dia pelos seus sonhos aprende rápido e faz qualquer coisa.

O que se faz numa faculdade senão aprender as melhores práticas de uma profissão? Tenha esta prática em seu dia a dia e vai notar o resultado.


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Programas de TV sobre negócios

Todos sabem que televisão é uma porcaria e te deixa pobre e mais burro, porém existem alguns poucos programas que podem inspirar e até mesmo ensinar bastante. Não vou falar dos jornais e programas de discussão que os USA porque estes nem tem comparação. Falarei de programas de entretenimento.

O Sócio


O Sócio é um programa onde onde o empresário Marcus Limonis propõe identificar os processos e estratégias que fazem a diferença em empresas com potencial de lucro, mas que se encontram em dificuldade, em troca de aportar dinheiro e tornar-se sócio do negócio. O que mais gosto no programa é que ele expõe claramente as situações problemáticas de uma empresa, que podem ser desde a falta de dinheiro, produtos desalinhados ao mercado, alocação errada de recursos, gestão ineficiente, e até má fé e vagabundagem por parte de algum sócio ou colaborador.

"Seu negócio é salvar o negócio dos outros".

Trato Feito



Este é o programa que me reaproximou da televisão após anos sem tomar a iniciativa de ligá-la. Trata-se de uma loja de penhores que compra e vende de tudo, que tenha valor de venda: obras de arte, armas, documentos, moedas, objetos antigos, carros raros, e todo tipo de item colecionável de gente famosa.
É muito legal quando eles chamam um especialista para avaliar o item ou assinatura. Cada venda é também uma aula de história. Agora que estou sem TV a cabo é o que mais sinto falta.

Reis da Barganha
Neste show os caras compram coisas baratas através de um catálogo de anúncios chamado "Tio Harry", e visitam os locais para barganhar.

O Chefe Espião
Algum executivo passa um tempo trabalhando em posições diversas nas filiais da empresa em que trabalha, para vivenciar o que os empregados passam e geri-los melhor. Parece que no Brasil passaram uma versão do show no Fantástico da TV Globo.

O Aprendiz


Este é um clássico. O empreendedor bilionário Donald Trump dá tarefas a pessoas de diferentes áreas, que devem trabalhar em equipe e massacrar a equipe rival. Em cada programa uma pessoa é demitida e o vencedor da temporada ganha dinheiro e um emprego novo. Também fizeram versões com gente famosa que surpreenderam mostrando que ou sabem muito de negócios, ou são verdadeiros acidentes diarreicos da indústria. No Brasil, Roberto Justus estrelou uma versão do programa.

"you're fired!"


Storage Wars/Auction Hunters
Não lembro o nome em português. Estes são muito bons! O show mostra aqueles depósitos bastante populares nos USA que as pessoas alugam para guardar tralhas. Por algum motivo as pessoas perdem o que tem guardado e o que tem dentro vai à leilão. Aos competidores é permitido observar de fora do container o que tem dentro para dar seus lances e quem levar geralmente vende as coisas em seu brechó.

Caçadores de Relíquias
Dois caras fazem um tour pelos USA procurando objetos antigos para reformar e vender em sua loja. O legal deste é que eles correm atrás, ao invés de receber os produtos.

Master Cheff/Kitchen Nightmares
São programas de culinária mas com foco em massacrar estagiários com muita pressão, não tanto nos business. É bom para se ter uma ideia de que na vida ninguém jamais vai gostar tanto de você quanto você mesmo.

Pesquisei mais alguns que ainda não assisti:

Restaurant Stakeout
Uma equipe analisa através de câmeras escondidas os processos de restaurantes com problemas.

Bar Rescue
Resgate de bares quase-falidos, transformando redutos de cachaceiros quebrados em fábricas de dinheiro.

Shark Tank/Beyond the Tank
Pessoas comuns apresentam suas ideias para avaliação crítica de grandes investidores em busca de galinhas que põe ovos de ouro.

Flip or Flop
Um casal compra imóveis em leilões e os vende. A série mostra diversas surpresas, muita negociação e as dificuldades nas reformas. Quem gosta de imóveis como eu provavelmente vai gostar. Pelo que vi aparece todo tipo de problema para resolver, arrumar a fundação, as paredes, financiamento, vender, etc. Um assunto que sempre me interessou.


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Aí estão as minhas. E você, tem alguma sugestão?